Análise
Saber sobre si não é o mesmo que fazer algo com isso.
É possível conhecer a própria história, reconhecer padrões, localizar marcas do passado e até compreender por que certas escolhas se repetem. Ainda assim, há pontos em que esse saber parece não produzir consequência.
Mudam as circunstâncias, as pessoas, os argumentos. E alguma coisa retorna.
É nesse intervalo entre aquilo que alguém já sabe sobre si e aquilo que continua a fazer, escolher ou repetir que uma análise pode abrir outra questão.
Uma análise não oferece um modelo de quem você deveria se tornar
O trabalho analítico não parte de uma ideia prévia de felicidade, equilíbrio ou de uma forma correta de viver.
Parte daquilo que cada pessoa traz: suas palavras, seus impasses, suas escolhas, aquilo que se repete e também aquilo que escapa às explicações que já construiu sobre si.
Ao longo de uma análise, não se trata apenas de descobrir as razões do que aconteceu, mas de interrogar a posição que cada um ocupa diante da própria existência.
Nem tudo o que nos acontece é uma escolha. Mas o que fazemos a partir disso não está dado de antemão.
O trabalho analítico
Uma análise se constrói a partir do que é singular em cada percurso. Não há um roteiro a seguir, nem uma resposta que possa ser antecipada pelo analista.
A escuta analítica não procura conduzir alguém em direção a uma versão considerada melhor de si. Interroga certezas, acompanha aquilo que se desloca e abre espaço para o que ainda não encontrou uma forma de ser dito.
O analista não fornece a resposta, tampouco deixa alguém simplesmente entregue a si. Ele sustenta um trabalho no qual uma resposta singular possa se produzir.
Atendimento
Os atendimentos são realizados on-line, em sessões individuais, ao menos uma vez por semana.
O primeiro encontro acontece por meio de uma entrevista psicanalítica, na qual se começa a falar sobre o que levou você a procurar análise e sobre as condições para o início do trabalho.
SOBRE
Sou Karine Riboli, psicanalista.
Minha prática parte de uma questão que considero incontornável: a psicanálise não pode permanecer indiferente às transformações do tempo em que é exercida.
As formas de viver, amar, trabalhar, constituir vínculos e fazer escolhas se transformaram. E é também nesse tempo, com suas incertezas, impasses e novas possibilidades, que cada pessoa procura encontrar uma maneira própria de viver.
Isso exige do analista mais do que uma técnica. Exige uma posição e uma escuta capaz de acompanhar aquilo que, em cada encontro, ainda não encontrou uma resposta.
Escutar é também estar implicada no ato de escutar.
Não acredito em uma clínica que ofereça novas referências no lugar daquelas que perderam força, nem que diga a alguém como deveria viver. Tampouco entendo a posição do analista como uma presença neutra, protegida atrás de uma técnica.
Sustentar uma análise implica reconhecer que não há uma resposta universal capaz de orientar todas as vidas. Há aquilo que cada pessoa poderá construir diante do que lhe acontece, das escolhas que faz e das consequências que delas decorrem.
Por isso, meu trabalho se mantém em permanente interlocução com a psicanálise e com as questões do nosso tempo. Não para adaptar a clínica ao que é contemporâneo, mas para que ela continue capaz de escutar aquilo que o contemporâneo produz de novo.
É dessa posição que sustento minha prática.
[E]feito da linguagem
Ensaio Acadêmico
Psicanálise e Cultura
Sintoma e Subjetividade
Autodescobertas
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Karine Riboli
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Análise pessoal
Análise pessoal
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Dúvidas Frequentes
O que esperar da entrevista psicanalítica?
A entrevista psicanalítica é o primeiro encontro com o analista. É um momento para falar sobre o que levou você a procurar análise e sobre as questões que considera importantes trazer.
Não é necessário preparar o que dizer ou organizar previamente sua história. Esse encontro também permite avaliar as condições para a continuidade do trabalho e esclarecer questões práticas sobre os atendimentos.
Como acontecem os atendimentos online?
Os atendimentos são realizados por videochamada, de forma individual e em horário previamente combinado.
Para a sessão, é importante estar em um ambiente reservado, no qual seja possível falar com privacidade e sem interrupções, além de contar com uma conexão estável à internet.
Qual é a frequência e a duração das sessões?
Os atendimentos acontecem ao menos uma vez por semana, em dia e horário previamente combinados.
A duração das sessões é variável e acompanha o trabalho realizado em cada encontro. O encerramento de uma sessão não é determinado apenas pelo tempo cronológico, podendo ocorrer em diferentes momentos.
Como faço para agendar uma entrevista?
O primeiro contato é feito pelo WhatsApp.
A partir dele, verificamos a disponibilidade de horários para a realização da entrevista psicanalítica.
É possível remarcar uma sessão?
Caso seja necessário alterar o horário de uma sessão, a remarcação deve ser solicitada com antecedência mínima de 24 horas e estará sujeita à disponibilidade de agenda.
É emitida nota fiscal?
Sim. É emitida nota fiscal referente aos atendimentos realizados. Os dados necessários para a emissão são solicitados no início dos atendimentos.