
O SONHO COMO OPERADOR DE TRANSFORMAÇÃO NA TEORIA FREUDIANA
O presente ensaio investiga o estatuto do sonho na obra de Sigmund Freud, propondo sua elevação de objeto de estudo a operador de deslocamento teórico e paradigma clínico.

O presente ensaio investiga o estatuto do sonho na obra de Sigmund Freud, propondo sua elevação de objeto de estudo a operador de deslocamento teórico e paradigma clínico.

Uma análise psicanalítica sobre a ilusão do presente e a subversão do cogito cartesiano. O texto discute como a linguagem e o tempo do inconsciente revelam que o “agora” é, na verdade, uma estabilização precária sustentada pelo que já foi dito.

Há um olhar que não vê: ele fixa, incide e imobiliza.
Sem rosto, sem intenção clara, mas com efeito devastador, reduz o sujeito a um ponto mudo e suspende qualquer possibilidade de fuga pela palavra.

A autoaversão, na perspectiva psicanalítica, não é apenas um sentimento negativo, mas uma posição subjetiva estruturada na relação com o Outro. Ela funciona como uma defesa ambígua: ao mesmo tempo em que protege o sujeito da angústia gerada pelo desejo, também o aprisiona em uma dinâmica de autocrítica, inadequação e bloqueio.

Como a medicação e a falta de escuta podem silenciar o sintoma e o papel da psicanálise na elaboração do sofrimento.

Cada vez mais pessoas relatam experiências profundas e, em alguns casos, perturbadoras ao conversar com inteligências artificiais como o ChatGPT.



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